Jacirene da Conceição Silva, de 27 anos, foi morta a tiros na noite da última segunda-feira (14), em Paulo Ramos. (Foto: reprodução)
Guilherme Sales Silva, de 23 anos, suspeito de matar a tiros Jacirene da Conceição Silva, de 27 anos, em Paulo Ramos, no Maranhão, se apresentou à Polícia Civil em uma delegacia de São Luís nessa quarta-feira (16). Ele estava acompanhado de um advogado, prestou depoimento e foi liberado naquele momento porque ainda não havia mandado de prisão contra ele.
A prisão preventiva foi decretada pela Justiça nesta quinta-feira (17), após manifestação favorável do Ministério Público.
Segundo o delegado Fernando Rezende, responsável pela investigação em Paulo Ramos, a Polícia Civil protocolou na quarta-feira um pedido de prisão preventiva contra Guilherme. O pedido não havia sido feito anteriormente porque os investigadores enfrentavam dificuldades para localizar a principal testemunha do crime.
“A representação de prisão preventiva foi protocolada ontem (dia 16 de setembro), em razão da dificuldade em localizar a principal testemunha. Somente na manhã de ontem conseguimos inquiri-la”, informou o delegado.
Prisão preventiva foi decretada nesta quinta
De acordo com a Justiça de Paulo Ramos, o pedido de prisão preventiva foi apresentado pela autoridade policial às 18h52 de quarta-feira (16). Por causa do horário, o documento não chegou a ser analisado durante o plantão judicial.
Na manhã desta quinta-feira, assim que tomou conhecimento do pedido, a unidade judicial encaminhou o processo ao Ministério Público para manifestação.
O órgão se posicionou favoravelmente à prisão preventiva às 12h07. Após a análise do processo, a prisão foi decretada pela Justiça às 15h53, com a expedição imediata do mandado no Banco Nacional de Medidas Penais e Prisões (BNMP).
O processo tramita em segredo de justiça, e a Justiça informou que não pode fornecer outros detalhes sobre o caso. Por meio de nota, a Justiça de Paulo Ramos informou que o pedido de prisão preventiva foi apresentado pela autoridade policial às 18h52 de quarta-feira (16) e, por esse motivo, não foi analisado durante o plantão judicial.
Segundo a Justiça, na manhã desta quinta-feira (17), assim que a unidade judicial tomou conhecimento do pedido, os autos foram encaminhados ao Ministério Público para manifestação. O órgão se posicionou favoravelmente à prisão preventiva do investigado às 12h07.
Entenda o caso
Jacirene da Conceição Silva, de 27 anos, foi morta a tiros na noite da última segunda-feira (14), em Paulo Ramos, a 283 km de São Luís. O caso é investigado pela Polícia Civil como feminicídio.
Segundo as investigações, Jacirene estava com amigos em uma casa quando Guilherme chegou ao local. A polícia aponta que ele não aceitava o fim do relacionamento.
Ainda conforme a investigação, o suspeito teria puxado Jacirene pelos cabelos e deixado o local. Depois, teria retornado armado e efetuado vários disparos.
A vítima foi atingida na região da costela direita e morreu em decorrência do ferimento. Outra pessoa também foi baleada no braço esquerdo durante o ataque. Ela foi levada para atendimento hospitalar e não corre risco de morte.
A Polícia Civil continua investigando as circunstâncias do crime.
A Polícia Federal erradicou mais de 300 mil plantas de maconha durante a nova fase da Operação Carcará, realizada entre os dias 8 e 12/9, na Terra Indígena Alto Turiaçu, no Oeste do Maranhão.
A ação teve como objetivo combater o cultivo ilícito de maconha na região.
A operação contou com a participação de policiais federais, além do apoio do Corpo de Bombeiros Militar do Maranhão.
As informações foram repassadas pela Comunicação Social da Polícia Federal do Maranhão.
Roberto Rocha teve o registro de candidatura indeferido (Wesly Lima / Mirante News FM)
O Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão (TRE-MA) julgou procedente o processo de impugnação contra Roberto Rocha (PRTB) e indeferiu o registro de candidatura do candidato ao Palácio dos Leões. O candidato, contudo, ainda pode recorrer ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Com o indeferimento, Roberto Rocha não poderá concorrer ao pleito deste ano. O processo teve como relator o desembargador Sebastião Joaquim Lima Bonfim. Ele acatou a Ação de Impugnação apresentada pela candidata a deputada federal Lariane Telles Mendonça (Novo) e votou pelo indeferimento do registro de candidatura.
Todos os demais magistrados da Corte acompanharam o relator. O Ministério Público Eleitoral também opinou pelo indeferimento.
Roberto Rocha ainda não se manifestou sobre a decisão.
Filiação e coexistência de partidos
De acordo com as certidões extraídas do sistema oficial FILIA da Justiça Eleitoral e que constam no processo, Roberto Rocha filiou-se regularmente ao Partido Novo no dia 1º de abril de 2026. No entanto, no dia 20 de julho de 2026, o candidato ajuizou uma ação na 003ª Zona Eleitoral pleiteando o reconhecimento retroativo de sua filiação ao PRTB desde o dia 4 de abril — limite do prazo legal para quem pretende concorrer às eleições deste ano.
A petição de impugnação de Lariane qualifica esse processo como uma simulação sem litígio real. “A ação judicial durou menos de 48 horas”: o PRTB manifestou sua concordância integral com o pedido apenas seis horas depois da distribuição, sem que houvesse citação ou contraditório, e a sentença de procedência foi assinada em 22 de julho. Como o Partido Novo recorreu tempestivamente, a decisão de filiação é considerada precária, provisória e sujeita a reforma, não tendo transitado em julgado, segundo a autora da ação.
A candidata do Novo sustenta que Rocha jamais comunicou formalmente sua desfiliação ao Partido Novo, gerando uma situação jurídica de coexistência ilegal de filiações no momento em que registrou sua candidatura ao Executivo estadual.
Campanhas e contribuições financeiras
A ação aponta que, enquanto o político alegava judicialmente estar filiado ao PRTB desde o início de abril, ele agia publicamente de forma ostensiva como o principal expoente do Partido Novo no Maranhão.
Por isso, pede o indeferimento do registro de candidatura do ex-senador.
A Procuradoria Eleitoral do Maranhão ainda vai se manifestar no bojo da ação, bem como a defesa de Roberto Rocha.
Outro lado
O Imirante entrou em contato com o candidato e aguarda um posicionamento a respeito da decisão do TRE-MA.
Pedreiras vem se destacando na área da saúde ao oferecer, pelo Sistema Único de Saúde, cirurgias de adenoide, amígdalas e outros procedimentos especializados que antes exigiam que muitos pacientes buscassem atendimento em outras cidades.
O serviço representa um importante avanço para a população e coloca o município em posição de destaque na região.
São procedimentos que podem ter alto custo na rede particular, mas que, através do atendimento público, são realizados gratuitamente para os pacientes que têm indicação médica.
Com a ampliação da oferta desses procedimentos, moradores de Pedreiras e de municípios da região passam a ter mais acesso a tratamentos especializados, com acolhimento, segurança e acompanhamento profissional.
A iniciativa reforça o compromisso com a saúde pública e mostra que Pedreiras está avançando, ampliando serviços e garantindo que investimentos na saúde se transformem em benefícios diretos para a população.
Mais do que realizar cirurgias, o município fortalece sua estrutura de atendimento e se consolida como referência regional em saúde pública.
fonte: Thonny Maranhão – Assessor de Comunicação da prefeitura de Pedreiras – MA
O prefeito de Igarapé Grande, João Vitor Xavier (PDT), será julgado por juri popular por assassinato do policial militar Gledson da Silva . Assim decidiu o juiz Luiz Emílio Braúna Bittencourt Júnior na semana passada com publicação na terça-feira, 8. O magistrado rejeitou as alegações da defesa do prefeito e Xavier agora aguardará data para o julgamento.
O assassinato do policial militar ocorreu em 2025 no fim de uma vaguejada na cidade de Trizidela do Vale. João Victor Xavier, por câmeras de seguranças, vai ao carro, pega uma arma e depois volta ao local da saída da vaguejada e efetua disparos contra Gledson da Silva.
Inicialmente, após quase uma semana, o prefeito de Igarapé Grande teve a prisão preventiva decretada quando ele se apresentou e confessou que atirou contra o policial militar, mas alegou legítima defesa.
Após, foi revogada a prisão preventiva de Xavier pelo Tribunal de Justiça ficando ele respondendo em liberdade e sendo monitorado por tornozeleira eletrônica.
Agora, após a audiência de instrução, a defesa de João Victor Xavier tentava evitar o juri popular. No entanto, no julgamento do juiz, ficou detemrinado o julgamento no Tribunal do Juri. A defesa do prefeito chegou a alega cerceamento de defesa o que não prosperou.
Outra possibilidade que deve ocorrer é que o juri popular ocorra fora de Igarapé Grande. São Luís deverá ser o local do julgamento. Esse pedido chamado de desaforamento deve ser pelo Ministério Público ao Tribunal de Justiça (TJ) por entender que pode haver contaminação no entendimento da população no julgamento de seu prefeito.
O desaparecimento dos irmãos Ágatha Isabelly, de 6 anos, e Allan Michael, de 4, completou oito meses sem uma resposta definitiva sobre o paradeiro das crianças. O caso, que começou em uma área de mata na zona rural de Bacabal, no Maranhão, mobilizou mais de mil pessoas, forças estaduais e federais, equipamentos especializados e, agora, chega a uma nova etapa com a possibilidade de cooperação internacional.
O encontro desta quarta-feira deverá ajudar a esclarecer de que forma os recursos de cooperação internacional poderão ser empregados no caso e quais procedimentos podem ser adotados caso apareçam pistas fora do território brasileiro.
Do desaparecimento às buscas internacionais
Ágatha e Allan desapareceram na tarde de 4 de janeiro, depois de saírem para brincar em uma área de mata na região do Quilombo São Sebastião dos Pretos, na zona rural de Bacabal. Na ocasião, uma terceira criança, primo dos irmãos, também desapareceu.
O menino, de 8 anos, foi encontrado com vida dois dias depois por produtores rurais. A partir daí, as operações se concentraram na localização de Ágatha e Allan.
Ao longo dos meses, as buscas passaram por áreas de mata, rios e lagos, contaram com cães farejadores, mergulhadores, aeronaves e equipamentos de sonar, além da participação de centenas de agentes e voluntários. Com o passar do tempo e sem novos vestígios confirmados, a operação em campo foi reduzida e a investigação policial ganhou maior peso.
Relembre os principais momentos do caso:
4/1 – Três crianças desaparecem em Bacabal
Ágatha Isabelly, Allan Michael e o primo deles, de 8 anos, desapareceram enquanto brincavam em uma região de mata do Quilombo São Sebastião dos Pretos, em Bacabal. Familiares, moradores e policiais iniciaram as buscas ainda nos primeiros momentos após o desaparecimento.
7/1 – Uma das crianças é encontrada
O primo de Ágatha e Allan foi encontrado com vida por produtores rurais da região. A localização do menino levou as equipes a intensificarem as buscas pelos dois irmãos.
8/1 – Peças são encontradas e recompensa é oferecida
A força-tarefa encontrou um calção e uma sandália em uma área de mata próxima à região das buscas. No mesmo período, o prefeito de Bacabal ofereceu recompensa de R$ 20 mil por informações que levassem à localização das crianças. A medida, porém, não resultou em uma pista conclusiva.
9/1 – Voluntários reforçam operação
Centenas de voluntários passaram a atuar ao lado das forças de segurança. A mata fechada e as dificuldades de acesso à região aumentaram a complexidade da operação.
10/1 – Exército reforça buscas
No sétimo dia de operação, o Exército e o Batalhão Ambiental reforçaram as equipes. As buscas se concentraram nas proximidades de um lago após o primo das crianças relatar que havia deixado Ágatha e Allan naquela região antes de sair em busca de ajuda.
11/1 – Novas roupas são encontradas
Com cerca de 600 pessoas envolvidas na operação, voluntários encontraram peças de roupas infantis em uma área de matagal. O material levantou a possibilidade de um novo vestígio, mas posteriormente foi descartado pela família.
12/1 – Família descarta roupas encontradas
Familiares informaram que as peças encontradas não pertenciam aos irmãos. Na ocasião, a Polícia Militar afirmou que os trabalhos continuariam em busca das crianças.
17/1 – Marinha utiliza tecnologia nas buscas
Mergulhadores da Marinha passaram a participar da operação. Uma equipe com 11 militares enviada de São Luís utilizou um side scan sonar, equipamento capaz de identificar objetos submersos por ondas sonoras, inclusive em águas turvas ou profundas.
A operação também contou com lancha e motoaquática. Cerca de 500 pessoas participavam das buscas naquele momento, entre integrantes do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), Corpo de Bombeiros, Polícia Civil, Polícia Militar, Guarda Municipal, Exército Brasileiro e voluntários.
20/1 – Primo retorna à região das buscas
Com autorização da Justiça do Maranhão, o primo de Ágatha e Allan participou de uma ação para reconstituir o trajeto feito pelas três crianças.
Acompanhado por policiais e profissionais da rede de proteção à infância, o menino indicou os caminhos percorridos até o local onde posteriormente foi encontrado.
Ele também esteve na chamada “casa caída”, uma cabana localizada a aproximadamente 500 metros do rio Mearim e apontada como o último lugar onde teria permanecido com os primos antes de sair em busca de ajuda.
Cães farejadores haviam indicado a presença das crianças no local, fazendo com que a área se tornasse um dos principais pontos investigados.
23/1 – Buscas em campo são reduzidas
Após 19 dias de operação, as buscas entraram em uma nova fase. Com a varredura das principais áreas inicialmente mapeadas, a procura ostensiva na mata foi reduzida e a investigação policial passou a concentrar os esforços.
Segundo a Secretaria de Estado da Segurança Pública do Maranhão (SSP-MA), as equipes permaneceram de prontidão para retornar a pontos específicos caso novos indícios surgissem.
Mais de mil pessoas, entre integrantes das forças de segurança estaduais e federais e voluntários, haviam participado da mobilização desde o desaparecimento.
26/1 – Polícia descarta pista em hotel de São Paulo
A Polícia Civil de São Paulo investigou uma denúncia de que Ágatha e Allan poderiam ter sido vistos em um hotel no Centro da capital paulista.
Agentes da Divisão Antissequestro foram ao endereço e constataram que as crianças encontradas no local não eram os irmãos desaparecidos. A informação foi descartada, e as investigações continuaram.
27/1 – Polícia desmente boato sobre venda das crianças
A Polícia Civil do Maranhão desmentiu uma informação que circulava nas redes sociais alegando que a mãe e o padrasto dos irmãos teriam vendido as crianças por R$ 35 mil.
O delegado-geral adjunto operacional, Ederson Martins, integrante da força-tarefa, afirmou que a informação não tinha fundamento e alertou que a circulação de boatos poderia colocar a família em risco.
Naquele momento, segundo a polícia, não havia indícios de envolvimento da mãe ou do padrasto no desaparecimento. Todas as denúncias recebidas continuavam sendo verificadas.
28/1 – Amber Alert passa a ser utilizado
Com a redução das buscas em campo, a força-tarefa adotou novas ferramentas para ampliar a divulgação do desaparecimento.
Entre elas estava o protocolo Amber Alert, coordenado pela Polícia Civil do Maranhão. O sistema permite a divulgação emergencial de informações sobre crianças desaparecidas ou possíveis vítimas de sequestro em plataformas da Meta, como Facebook e Instagram, alcançando usuários em uma área determinada.
A estratégia buscava aumentar o alcance das informações e a possibilidade de surgimento de novas pistas.
4/2 – Caso completa um mês
Um mês após o desaparecimento, ainda não havia pistas conclusivas sobre o paradeiro de Ágatha e Allan.
A Polícia Civil informou que o inquérito permanecia aberto e diferentes hipóteses continuavam sendo consideradas.
19/2 – Buscas chegam ao 45º dia
Após 45 dias, equipes de segurança ainda realizavam trabalhos relacionados às buscas na região do Quilombo São Sebastião dos Pretos.
Apesar da mobilização de policiais, bombeiros, moradores e voluntários desde o início do caso, nenhum vestígio confirmado dos irmãos havia sido localizado.
26/2 – Família cobra respostas
Mais de sete semanas depois do desaparecimento, familiares voltaram a pedir informações que pudessem ajudar a encontrar as crianças.
A avó de Ágatha e Allan falou publicamente sobre a angústia da família diante da falta de respostas, enquanto investigadores continuavam analisando denúncias, pistas e depoimentos.
4/3 – Dois meses sem solução
O desaparecimento completou dois meses sem que a investigação tivesse chegado a uma conclusão sobre o que aconteceu com os irmãos.
O caso permaneceu sob responsabilidade da Polícia Civil do Maranhão, com apoio de equipes especializadas.
4/5 – Quatro meses e novas linhas de investigação
Após quatro meses sem notícias, diferentes possibilidades continuavam sendo analisadas pelas autoridades, entre elas desaparecimento acidental na mata, afogamento, ataque de animal e eventual retirada das crianças da região.
Com a ausência de vestígios conclusivos nas áreas vasculhadas, outras hipóteses passaram a receber atenção dos investigadores.
4/7 – Seis meses sem localização
Seis meses após o desaparecimento, Ágatha e Allan continuavam sem ser encontrados. A investigação permanecia aberta e a família seguia cobrando respostas.
Embora as buscas físicas tivessem sido reduzidas em comparação com as primeiras semanas da operação, a investigação criminal continuava em andamento.
4/9 – Caso completa oito meses
O desaparecimento chegou à marca de oito meses sem uma resposta definitiva sobre o paradeiro dos irmãos.
A mãe das crianças afirmou que continuava esperando pelo reencontro com os filhos. O caso seguia sob investigação.
8/9 – Interpol oferece apoio ao caso
O caso ganhou um novo desdobramento com a oferta de apoio da Organização Internacional de Polícia Criminal (Interpol), segundo a advogada da família.
A cooperação poderá permitir o uso de mecanismos internacionais caso surjam informações que apontem para a possibilidade de Ágatha e Allan estarem fora do Brasil.
Até o momento, porém, não há confirmação de que as crianças tenham deixado o país nem de que tenham sido localizadas no exterior.
9/9 – Mãe deve se reunir com núcleo da Polícia Federal
Clarice Cardoso, mãe de Ágatha e Allan, deve se reunir nesta quarta-feira (9) com representantes do Núcleo de Cooperação Internacional da Polícia Federal, em São Luís.
A expectativa é que o encontro esclareça quais ferramentas poderão ser utilizadas a partir do apoio oferecido pela Interpol e como uma eventual cooperação internacional poderá contribuir para a investigação.
Oito meses depois do desaparecimento, o paradeiro de Ágatha Isabelly e Allan Michael permanece desconhecido. A oferta de apoio internacional abre uma nova possibilidade para a investigação, mas, até o momento, não representa uma confirmação sobre onde as crianças possam estar.
A Polícia Federal deflagrou, nesta quarta-feira (2/9), a Operação Selo Corrompido, no âmbito de investigação que apura a atuação de grupo criminoso voltado ao desvio de cartões bancário com objetivo de obter vantagens indevidas mediante movimentação fraudulenta de contas bancárias de terceiros e benefícios previdenciários. A ação cumpre cinco mandados de busca e apreensão no município de Bacabal/MA.
As investigações tiveram início a partir de comunicação formulada pela Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (EBCT), que identificou indícios de desvios de correspondências contendo cartões bancários nas dependências da agência dos Correios, com possível participação de empregado da empresa pública.
Segundo os elementos reunidos até o momento, o esquema consistiria na interceptação de cartões bancários que possuíam saldo em conta. A apuração identificou, ainda, indícios de atuação entre investigados, incluindo tentativas de retirada de correspondências contendo cartões bancários e utilização de documentos falsos.
fonte: Comunicação Social da Polícia Federal do Maranhão
Polícia prende suspeito de estupro de vulnerável ocorrido em Matões em 2012. (Foto: Divulgação)
Um idoso de 74 anos suspeito de estupro de adolescente no município de Matões foi preso na manhã desse domingo (30). Polícia Civil do Maranhão (PCMA) cumpriu um mandado de prisão preventiva contra o investigado que estava foragido.
O estupro aconteceu em 2012, no povoado Santa Luzia, na zona rural de Matões. A vítima era uma adolescente com transtorno mental grave e, segundo as investigações, engravidou em decorrência do abuso.
A Polícia Civil informou que o suspeito do estupro estava foragido desde julho de 2025. Ele teria deixado Matões e passado a morar em um endereço até então desconhecido no município de Parnarama.
Após diligências, os policiais conseguiram localizar o homem e cumprir a ordem judicial. A prisão ocorreu durante uma operação da 18ª Delegacia Regional de Matões, que realizava ações preventivas e repressivas por causa do festejo promovido no município durante o fim de semana, período marcado por maior circulação de pessoas na cidade.
Após os procedimentos legais, o idoso foi encaminhado ao sistema prisional, onde permanecerá à disposição da Justiça.
Professora morre após ser atropelada por caminhão-caçamba na BR-316, em Bacabal — Foto: Reprodução/TV Mirante
A professora Ilanna Cristina Vale Barbosa, de 36 anos, morreu após ser atropelada por um caminhão caçamba na BR-316, próximo ao bairro Mangueira, em Bacabal, no Maranhão, na quarta-feira (26).
Segundo informações preliminares, Ilanna voltava da escola onde trabalhava quando foi atingida pelo caminhão. Ela caiu da moto e morreu após ser atingida pela caçamba do veículo.
Após a colisão, o motorista deixou o caminhão no local e fugiu sem prestar socorro, segundo as informações iniciais. O veículo foi apreendido e levado para a Delegacia Regional de Bacabal.
Depois, advogados do motorista foram até a delegacia e apresentaram outra versão para o acidente. Segundo eles, a professora teria feito uma ultrapassagem irregular, perdido o controle da moto e caído antes de ser atingida pelo caminhão.
O caso é investigado pela Polícia Civil, que vai apurar as circunstâncias da colisão e a responsabilidade pelo acidente.
Ilanna trabalhava como professora em uma escola de Bacabal e deixa marido e uma filha.
A Polícia Civil do Maranhão (PCMA) realizou, nesta sexta-feira (21), a segunda fase de uma operação que investiga o homicídio de Farys Lopes, ocorrido em 27 de abril de 2026, em Dom Pedro, no interior do Maranhão. Durante a ação, foram cumpridos dois mandados de prisão temporária e seis mandados de busca e apreensão.
A operação foi coordenada pelo Departamento de Homicídios do Interior (DHI) e contou com o apoio de equipes da Superintendência de Polícia Civil do Interior (SPCI).
Segundo a Polícia Civil, os mandados foram expedidos pelo Poder Judiciário após representação apresentada pela corporação. A nova etapa da investigação busca identificar e responsabilizar possíveis mandantes do crime.
Na primeira fase da apuração, as equipes policiais concentraram os trabalhos na identificação dos suspeitos apontados como executores do homicídio. Três pessoas foram identificadas e duas delas foram presas.
De acordo com a Polícia Civil, a investigação aponta que a motivação do crime pode estar relacionada a um conflito de natureza patrimonial envolvendo a família de “Dedé dos Pneus”.
Após o cumprimento das medidas legais, os presos foram encaminhados ao sistema penitenciário, onde permanecem à disposição da Justiça.
A Polícia Civil informou que as investigações continuam para esclarecer completamente as circunstâncias do homicídio e identificar todos os envolvidos.